E, além de conversações, geram ações coletivas, como os e-books sobre o porquê da multa nos rodízios de sushsis e o que discute a questão dos bafômetros. Promovem passeatas em favor da liberdade. Alguns chegam a fazer campanha contra ditadores assassinos.Há também os blogs coletivos, como estes do pessoal de Economia da UFES, e outro, mantido por alunos da PUC-RJ.
Já faz algum tempo que, além de assinar os feeds, montei um wiki (página colaborativa) onde catalogo os blogueiros-economistas/ economistas-blogueiros. A lista está em construçao e quem quiser pode ir lá editar: Profissionais Na Rede.
Por quê são poucos?
Primeiro um adendo: como não sei quem está "por trás" (ops, no bom sentido =) do Na Prática A Teoria É Outra, vou chamá-lo de NPTO. NPTO acha que tem pouca gente blogando.
Mas, por quê são poucos? Minha opinião é que ainda há muito preconceito com o termo "blog". E, uma vez vencida esta etapa, ainda esbarramos na resistência que as pessoas tem de aprender a usar as ferramentas e o modus operandi do mundo virtual.
Tempos atrás Shikida questionou o porquê de haver tão poucos blogs de economia feitos por alunos de economia (vejam os comentários feitos por lá). Mas, e quando o estudante, apesar da boa vontade, começa a dizer "barbaridades"? Como criticar sem espantantá-lo?
Aproveitando a discussão, gostaria de ver mais economistas integrados às mídias sociais. Seria interessante, por exemplo, ver essa parcela da blogosfera aderindo também ao Twitter (rede social e microblog).
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