Estava de olho num quadro-branco para deixar aqui em casa, mas não estava disposto a pagar o preço cobrado nas redondezas. Parti para uma solução caseira. O mecanismo de busca não foi muito útil nessa empreitada. Como fazer?
Experimentei algumas coisas que não deram certo. Por fim, funcionou pegar uma cartolina branca, dessas mais resistentes, e colar um plástico adesivo transparente, desses que chamam "contact":
Quadro branco feito em casa
Nos estudos, no trabalho, na hora de executar uma ação ou mesmo quando é necessário estimular o ócio criativo, gosto de rabiscar esquemas, checklists rápidos, lembretes. O ato de levantar da cadeira e ficar em pé diante da lousa produz insights interessantes.
Até o apagador é improvisado!
E deixá-los próximos ao campo de visão ajuda a:
concentrar a atenção na atividade que está sendo executada,
Fiz os exames pre-operatórios, a consulta e a cirurgia de deslocamento de retina tudo no mesmo dia - quarta, 13 de outubro, lá em Feira de Santana, no Hospital de Olhos COE.
No zóio esquerdo, uma sensação de areia nos olhos por causa dos pontos. Tá inchado, não consigo abri-lo e nem enxergo nada ainda. Digo, enxergo uns troços cinza leitoso. Mas é assim mesmo, tá tudo dentro do esperado.
Depois escreverei um post listando os oftalmologistas que percorri - talvez seja útil para alguém que precise percorrer caminho semelhante
A boa notícia é que aceitaram meu pedido de trancamento lá no mestrado. Pensei direitinho e acho que trancar macroeconomia e microeconomia, duas matérias do núcleo duro, foi uma decisão coerente. Mesmo assim, meu plano é continuar assistindo aulas, como ouvinte.
As outras duas matérias em curso, vou dar conta de chegar ao fim do semestre.
Ficarei de molho em casa por uns dias.Depois vou retomando as aulas aos poucos.
Voltei agora à tarde do oftalmologista 06. Examinou, disse que tem que ser cirurgia mesmo. Que no meu caso, laser nao adianta. Mas ele vai viajar e só poderia operar dia 25, que é muito longe, segundo ele.
Daí me mandou procurar outro retinólogo pra fazer a operaração de deslocamento de retina ainda essa semana, ou no inicio da próxima. Tenho mais dois telefones para encontrar o médico 07 via Unimed.
Um deles atende quarta, mas "não tem vaga". Vou lá assim mesmo e ficarei esperando. Se for pra fazer particular, tem outra meia dúzia de médicos aqui em Salvador. Mas uma cirurgia dessas deve ser uns R$5 mil. Fiz dois bilhetinhos na loteria. Dependendo dos números sorteados, o custo fica baratinho!
Depois do feriado de amanhã adiantarei uns exames pré-operatórios (de sangue e eletrocardiograma).
Nao sei se essa cirurgia é complicada. Mas quanto mais demorar de fazer, maior a probabilidade de ficar com a visão muito prejudicada ou até mesmo cegueira.
Ah, o 06 me falou pra ficar de repouso, sentado. Não é pra eu ficar andando: nem a pé, nem de ônibus, nem de carro. Como assim?!?
Atualização:
No final da tarde, início da noite, tivemos uma reviravolta: achei um 07, que me examinou à noite mesmo. E depois, um 08, que ainda irei ver. E, conseguindo fazer os exames pré-operatórios neste *feriado*, opero quarta ou quinta. O problema imediato é conseguir fazer estes exames e pegar os laudos em pleno feriado!!!
Assim que puder, volto pra contar o que vai se assuceder. Torçam aí.
No "capítulo" anterior eu deveria escolher entre fazer o Exame ANPEC ou realizar um procedimento oftalmológico. Pois bem: na véspera das provas voltei a conversar com os dois professores. Falei dos acontecimentos imprevistos, e expliquei que saber os resultados do semestre anterior me ajudaria a decidir o que fazer dali pra frente. Mas eles ainda não haviam corrigido...
Escolha difícil tinha que feita. Não foi fácil, mas vez decidido, veio a sensação de alívio, mesmo consciente de ter que arcar com as possíveis prováveis consequencias.
Então, no dia seguinte, 29 de setembro, estava eu ali, falando para o médico 03 (zero três) que eu havia deixado de fazer uma prova que só acontece uma vez por ano. Respondeu que fiz certo.
O tal procedimento para conter o rasgo nos olhos foi repetido quatro vezes em oito dias. Nesta quarta à noite (06/10), o 03 me despachou. Mandou procurar meu médico, pois ele não estava conseguindo fechar a área e o buraco estava aumentando e que tudo indica que necessitará de uma intervenção cirúrgica.
Cheguei em casa desnorteado. E agora?!?
Na verdade não tem um médico acompanhando meu caso, e já foi complicado achar este. Além disso, está uma lambança encontrar quem atenda pela UNIMED.
Fui dormir sem saber o que fazer. Nessas horas, o melhor é dormir.
Amanheceu. Vamos lá, a luta continua. Consegui marcar consulta com outros dois médicos diferentes, para o mesmo horário. Fui aos dois. Me lembrem, que depois quero comentar esse episódio.
Realmente, o caso é urgente e pode se tornar grave: já tem um pedaço da retina descolada...
Um deles me encaminhou para outro especialista em retina - o médico 06 - que conhecerei e serei examinado na próxima segunda (11/10/10) . Esse fará mais uma fotocoagulação, mas se o caso for cirúrgico mesmo, irá me operar uma semana depois, já que antes irá a um congresso...
Neste momento estou aqui, escrevendo esse post, e em seguida vou estudar. Tem atividades pra entregar, e não é prudente deixar os assuntos do mestrado acumularem muito. Nestes dias tenho assistido quase todas as aulas, mas tenho lido muito pouco, pra não forçar tanto a visão.
E a vida, a vida é uma caixinha de surpresas...
Ontem, quando estava no buzu a caminho das consultas, uma colega me liga num tom sério:
- Enoch, o professor tá aqui querendo falar contigo! Vou passar o telefone.
- Enoch, preciso que venha aqui ainda hoje... Então assim que voltar, me ligue!
Quando voltei, bateu um medo, relutei em ligar, não queria ouvir más notícias. Ligo ou não ligo? Liguei.
Fui aprovado em Metódos Quantitativos! Como já havia passado em Econometria, não fui jubilado do mestrado. Oba!
Não sei ainda o resultado de Economia Política. Mas, mesmo que eu tenha rodado nela, continuo na maratona!
Definitivamente, são as emoções, mas aquelas provocodas pelas incertezas, que dão um tempero todo especial à vida! Vou resumir os ultimos acontecimentos.
Em maio eu dei uma travada. Ter momento(s) de desequilíbrio é comum em mestrandos e doutorandos. Fiquei uns 15 dias assim, sem conseguir render nos estudos e sem entender direito o porquê. Era um período de avaliações e fiquei na corda bamba em todas as disciplinas do primeiro semestre. Medo de ser jubilado: de acordo com o regimento, se perder em duas, tá fora.
Hora de tomada de decisão. Considerei o contexto, analisei as implicações, as incertezas, e vi que era preciso perseverar. Procurei ajuda, derramei sangue, suor e lágrimas para salvar a pátria. Agora estamos cursando as disciplinas do segundo semestre sem saber os resultados do período anterior.
Em uma delas (econometria), já sei que fui aprovado. Em outra, as evidências a probabilidade de eu ter conseguido passar é grande. Já em Economia Política, tenho quase certeza que rodei . Ou seja, provavelmente continuo no jogo!
Já sabendo que os resultados demorariam a sair, por precaução, me inscrevi de novo na seleção da ANPEC. Daí conversei com o professor de métodos quantitativos: pedi que ele me avisasse com antecedência, pois eu dependia da informação pra decidir se estudaria para a seleção ou continuava concentrando meus esforços apenas nas matérias vigentes do mestrado. Como um bom filme, o tempo passou e mateve-se o suspense.
As provas da ANPEC aconteceram essa semana, dias 29 e 30 de setembro...
Vejam o flashback: há cerca de 15 dias (meados de setembro/2010) visitei um oftalmologista com a intenção de trocar os óculos e/ou verificar a possibilidade de me livrar da miopia, e ver por que minha lente de contato esquerda estava incomodando (parei de usar faz uns 3 meses). Me pediu trocentos exames, e resolvi que iria faze-los depois das eleições. Voltem do flashback.
Só que, repentinamente, na sexta-feira da semana passada (dia 25/09) comecei a enxergar muito embaçado com o olho esquerdo e a quantidade de mosquinhas e cobrinhas passeando pela visão aumentara consideravelmente.
Resolvi antecipar os exames, marquei um deles para a segunda (27/09). Chegando lá, o médico 02 disse que eu estava com um rasgo na retina acompanhado de uma pequena hemorragia. E era pra eu ficar em "repouso absoluto" e entrar em contato com o plano de saúde imediatamente a fim de fazer um procedimento na tentativa de evitar a evolução para um deslocamento de retina (que poderia ocorrer a qualquer momento, tal e tal).
Depois de muitas ligações, as duas datas mais próximas disponíveis para realizar a tal fotocoagulação à laser era quarta-feira, 29/09 (dia da prova da ANPEC!) ou então para oito dias depois.
Contatei o médico que fez o diagnóstico, expliquei o dilema, perguntei se eu poderia esperar mais um pouco. Ele me disse que havia explicado bem a urgência do problema. Aconselhou que eu desse prioridade ao que fosse mais importante pra mim.
Fui tomar a tal injeção contra a gripe Influenza H1N1.
Olhando de longe, deu medo da agulha.
"Dona enfermeira, quero a minha via oral!"... "Mas e aquele Zé Gotinha lá na frente do posto de saúde, é pra enrolar a gente?"
Só uma coisa não teve graça : quem chegasse pedindo informação no balcão de atendimento, a funcionária (dessas que não compreendem o que é ser servidor público) dizia que as fichas haviam acabado, e mandava voltar no dia seguinte, bem cedo. Mas quem ia direto pra fila, ou perguntava aos outros pacientes, recebia a vacina.
1) Acabo de saber que o 38º Encontro Nacional de Economia será aqui em Salvador, em dezembro (2010). Como sempre, a ANPEC tem algumas incoerências: no site diz que a data é de 07 a 10, enquanto no cartaz diz que será de 08 a 11.
2) Já estou em casa nova, morando com mais duas pessoas. Agora gasto 20 min a pé ou cinco de buzu pra chegar até a faculdade. Essa foto ao lado, fui eu mesmo que fiz, tirada da janela. Ah! Finalmente começei a fazer caminhadas na praça do Campo Grande, e mês que vem quero voltar a nadar - até já dei uma olhada numa piscina aqui perto.
3) Agora sou representante discente da minha turma do mestrado. Falei pra eles que minha primeira ação será estabelecer uma contribuição mensal, tipo sindicato... (risos)
4) Estou acumulando coisas: leitor de feeds cheio de itens não lidos, emails para responder, posts rascunhados quase prontos pra publicar, artigos pra ler, capítulos para decifrar, exercícios pra resolver, etc, etc. Preciso colocar meu sistema de organização pessoal nos eixos novamente (lembrem-se que esse blog nasceu com o intuito de mostrar tentativas de levar a vida com proatividade e resiliência)
Dia desses precisei ir a Jequié resolver umas burocracias... Haviam dois tipos de ônibus, e ambos sairiam praticamente no mesmo horário. A diferença entre eles era de seis reais. Então optei por pagar os R$70,00 e ir mais confortável. O problema é que a moça do guichê, ao me vender as passagens, não avisou de um pequeno grande detalhe...
Me senti ludibriado, pois não fui avisado antes da compra, não veio discriminado na passagem, e quando chego para embarcar, estava lá, escrito com luzes piscantes na testa do ônibus, que o buzu era leito, mas sem ar condicionado!
Falta menos de um mês. Se eu estivesse indo pra longe, talvez já tivesse com quase tudo organizado. Mas como Salvador é logo ali ("apenas" 360km), ainda há muito a fazer antes de seguir para o mestrado.
Moradia:
Não tenho nada definido, sugestões são bem-vindas. É provável que eu fique em algum pensionato por uns dias até arranjar um apartamento para dividir. Assunto para o próximooutro post
.
Quem são os colegas?
Pedi à secretaria que divulgasse, entre os calouros, uma lista com nomes e emails dos colegas, pra gente ir entrando em contato uns com os outros. Disseram que não podiam fazer isso enquanto não estivéssemos oficialmente matriculados na instituição - seria anti-ético dar essa informação... oO
Se já estamos cadastrados no sistema, não sei. Só sei que fomos obrigados a nos matricular, isto é, entregar os documentos, em 20 de dezembro - e quem não entregou na época, perdeu a vaga.
Pleiteando ajuda de custo
Saiu o edital que trata da ajuda de custo para professores e servidores da UESB que estão mestrando ou doutorando. São apenas dez bolsas-ajuda-de-custo para mestrado. Para concorrer, além de atualizar o Currículo Lattes, tenho que providenciar cerca de 15 declarações e certidões em diversos setores da universidade.
Sabe-se que tamanho é documento. Apesar de eu ser um cara de grandes proporções (120kg em 1,8m e calçar 44), meu tripé é pequeninho: atinge no máximo trinta centímetros quando está totalmente estendido. Veja aqui uma foto do "negoço" funcionando:
Hehehe, mas eu quero falar mesmo é daquilo que fica em cima.
Pelo que andei lendo, melhor seria se tivesse controles manuais da abertura do diafragma e velocidade do obturador, mas comprei uma digital compacta mesmo. Dentro da faixa de preço que eu estava disposto a pagar agora, a Panasonic Lumix FS62 foi uma ótima aquisição. Tem um monte de firulas, como cenários pré-definidos e configurações automáticas. A câmera permite também ajuste manual do balanço de branco, Exposição EV e da Sensibilidade (ISO).
Tô tentando aprender o minimum minimorum sobre fotografia, e por isso ainda não estou muito seguro dos significados e melhores usos dos nomes e siglas que citei no parágrafo anterior.
Criei um álbum no Flickr (Foto Grafia) para ir registrando meus avanços. Óbvio que os resultados saem no nível de um fotógrafo amador iniciante com câmera não-profissional. Mas já consigo perceber como algumas fotos poderiam ter ficado melhores e dá vontade de retornar aos lugares para fazer novas tentativas.
Ah! Notei que os parentes e amigos ficaram um pouquinho sem paciência de esperar muito antes do clique. Acham que é só deixar no automático, mirar e bater!
Basicamente temos que prestar atenção na composição da cena e ver a questão da luz. Na foto abaixo, por exemplo, utilizei um modo de cena que permitiu diminuir a velocidade do obturador para 15s, ISO 80 e sem uso de flash. Registrei as luzes noturnas da Cidade Sol às 18h45 do primeiro dia do ano! (agora vá lá e veja a galeria completa).
1) Chegou meu autopresente de natal! Minha primeira câmera fotográfica digital - uma compacta. Depois que fiz o pedido, vi muita gente reclamando da Apetrexo. Apezar do friozinho na barriga, a encomenda chegou bem. Acho que andaram se atrapalhando com o aumento nas vendas. Deixo registrado que primeiro me mandaram um número de rastreio inexistente, e só depois, quando liguei, deram uma desculpa qualquer e postaram (daí me deram outro código)...
2) Ando trabalhando (nos Ovos) neste fim de ano, tenho um relatório da tutoria pra terminar e também já comecei a fazer a limpeza anual da papelada (inclusive preciso de uma nova remessa de cartolinas).
3) Várias visitas familiares: tias e prima vieram passear. E minha outra irmã chegou de surpresa trazendo meus sobrinhos.
Acabo de voltar de João Pessoa, terra de Anayde Beiriz, a paraíba masculina. Não passei na seleção local (vou pôr a culpa nas integrais parciais, hehehe) mas valeu muito a pena ter ido. Foi bem legal encontrar pessoalmente com gente que eu só conhecia/ conversava por meio de bits e bytes. Bati papo com Erik, Cleiton e Ana Raquel. Estive com Semírames, Ionara e Bruna, e ainda conheci meio mundo de gente nova.
Conheci a UFPB, assisti à aula pública do prof. Luis Renato, fui bem atendido no JR Hotel, comi cabrito e tapióca, me lavei nas águas da praia de Tambaú, andei pelo centro da cidade. Infelizmente, deixei para tomar banho pelado numa praia de nudismo que tem por lá, da próxima vez que eu for.
O tempo escasso e os compromissos de ambos não deixaram eu tomar um suco com o Orlando (Netnografando), nem deu pra eu ir visitar minha amiga Alcione em Campina Grande.
Por três vezes, ao pedir água mineral de meio litro, diziam que não tinha. Quando eu apontava, exclamavam: ah, por que tu num falasse logo? É a de 500ml!
Longas viagens de ônibus são um passeio à parte! Cansa mas é divertido. Fui e vim num carro que faz a linha Rio - João Pessoa. Como estão duplicando trechos da pista entre a Paraiba e Alagoas, o ônibus andava, parava, esperava e voltava a andar. Alguns reclamavam que prefiririam poder abrir a janela e sentir o vento do que se refrescar com o ar condicionado. Na volta, um casal de idosos não parava de mastigar: levaram uma sacola com farofa, chá, água, frutas, inhame com peixe, etc.
Dicas:
Quem não gosta de levar um estoque de mantimentos como os velhinhos citados anteriormente, e para quem não quer pagar fortunas em comida requentada dos pontos de apoio, sempre olhem em volta. Do lado de fora sempre tem um bar, um restaurante ou barraquinha com preços mais em conta.
Na rodoviária de Esplanada (BA) a coxinha custa apenas R$2,00
Prefira comprar água mineral de 1,5 litros em vez de garrafinhas de 500ml
Acredite, lenços umidecidos (aqueles de limpar bunda de bebê) podem ser muito úteis.
O Pedro (Homo econometricum) tá se sentindo um maluco beleza em meio à maratona! Já no meu caso, como sabemos, ainda luto para dar início à minha largada na corrida. Andei tendo umas notícias tristes (depois eu conto) ... mas na sexta, no finalzinho da tarde, Raul Seixas e Paulo Coelho também tocaram meu coração (hahaha). A canção foi outra:
"Tente Não diga que a vitória está perdida Se é de batalhas que se vive a vida Tente outra vez"
O conselho, na voz de Shirley Carvalho:
"Tente Levante tua mão sedenta e recomece a andar Não pense que a cabeça aguenta se você parar Há uma voz que canta, uma voz que dança, uma voz que gira Bailando no ar"
"Queira Basta ser sincero e desejar profundo Você será capaz de sacudir o mundo Tente outra vez"
Toffe, o cachorrinho que quando nasceu cabia na palma de minha mão, faleceu hoje de manhã. Minha irmã ligou avisando. Foram sete anos de alegrias, e algumas preocupações de vez em quando...
Ainda estou em Salvador - vou chegar em Jequié segunda de amanhã. Nos últimos dias não pude dar atenção pois estava no corre-corre resolvendo coisas, e em seguida viajei para fazer as provas da ANPEC. Nesta semana, em que ele adoeceu, foi Tami que segurou a barra, cuidando dele dia e noite.
Uma das coisas boas da internet é poder fazer parte de projetos colaborativos e ações coletivas. Mas não sei se é preguiça, descuido, falta de leitura, ou sei-lá-o-quê, que se deixamos a coisa "livre", a tendência é desandar. As pessoas fazem merda se atrapalham e nem dão o trabalho de avisar.
Aquele mapa dos mestrados em economia, volta e meia alguém esculhamba. Chegam pelo google para fazer consultas pessoais, daí salvam rotas que não tem nada a ver, mudam o título e descrição do mapa, etc. Agora mesmo tive que fazer uma limpeza, pois uma tal de Leninha fez caca por lá e deixou.
Ano passado, no pré-Ranking pós ANPEC, quando deixávamos a edição aberta a todos, sempre vinha um que fudia desarrumava tudo.
O mundo estaria bem melhor se as pessoas lessem as instruções...
Acabo de ler sobre o problema com a Camiseteria originado por um vacilo. Jogaram a comunidade fora e agora a querem de volta. Pra isso, querem cometer cometeram um atentado à liberdade.
O que o fake fez pode até ser anti-ético ou imoral. Mas não é ilegal, pois o cara não "roubou" a propriedade de ninguém. E como owner atual, ele pode fazer daquele espaço o que bem entender.
Abriram uma espécie de concurso para tentar banir o cara e reaver a comunidade. Mas se olharmos direito, a conduta do fake não se enquadra em nehuma das alternativas que existem para denuciá-lo por "abuso no orkut".
Vejam bem: não apóio as atitudes do fake. Bem sei que muitos fakes são trolls que só servem para dar dor de cabeça.
Sou cliente e fã da empresa, e leitor do Fábio Seixas. Mas a justificativa que o pessoal da Camiseteria sugere para embasar o intento, ao meu ver, pode apenas levar o Orkut a solicitar informações sobre a identidade verdadeira ao dono do perfil, e não bani-lo.
Mas vou ficar de olho, e se tiver a oportunidade de levar o prêmio, levarei. Afinal, o incentivo é muito bom! Mas eu ainda penso que o mais justo seria a Camiseteria abrir uma nova comunidade mesmo....
---------- ATUALIZAÇÃO:
Passados alguns dias, a comunidade original está sendo deletada e uma nova foi criada. O fake deu sua versão dos fatos, várias pessoas se manifestaram. Continuo achando lamentável a atitude da empresa na condução desse epsódio. Logo uma que é referência em termos de relacionamento com clientes.
Segue abaixo alguns comentários na comunidade (clique nas imagens para ampliar):
Os instrumentos de pesos e medidas estão malucos. As balanças andam muito sem critério. Me pesei, com a mesma roupa, em locais distintos: 126kg, 124kg, 121kg. No consultório médico, sem as calças e sapatos, foram 125kg.
As fitas métricas fazem complô para me deixar baixinho: 179cm, 178cm, 177cm.
Qual a consequência disso tudo? Para ficar com um IMCmenos problemático mais favorável, em vez de calcular pelas médias, é melhor pegar o menor peso e a maior altura!