Já li por aí que é melhor pautar os relacionamentos em lealdade do que em fidelidade. Qual a diferença? Achei curioso e fui pesquisar:
Lealdade é ter franqueza, sinceridade; enquanto
fidelidade é a exatidão em cumprir suas obrigações, em executar suas promessas: jurar fidelidade.
Interessante isso, não é? Na amizade, na profissão, na vida em geral, parece claro que a primeira situação é a mais adequada. Mas quando o assunto é o coração...
Em relacionamentos pautados na fidelidade,
trair é pular a cerca. Se um pula e não conta, o outro lado não saberá que o pacto foi quebrado e o protagonista apenas carregará o peso na consciência. Se o fardo for grande para carregar só, confessar vai transferir parte da carga para quem não esperava carregar esse panacum.
Já naqueles relacionamentos onde a lealdade é o lastro,
trair é esconder que foi comer em outros pastos! Estaríamos prontos para assumir os riscos e lidar com as consequências que podem advir de ser leal?
O que eu quero dizer, com pensamentos dispersos além das curvas, é que, talvez sinceridade e fidelidade sejam incompatíveis!
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